O pigarro constante é caracterizado pela necessidade frequente de limpar a garganta, mesmo quando não há uma secreção evidente. Algumas pessoas sentem algo parado na região, irritação, muco ou dificuldade para deixar a voz limpa.
O sintoma pode ocorrer temporariamente durante gripes, resfriados ou crises alérgicas. Quando persiste ou acontece repetidamente, porém, pode estar associado a alterações no nariz, na garganta, na laringe ou até ao refluxo.
O pigarro não é uma doença, mas um sintoma que pode ter diferentes origens.
Entre as possíveis causas estão:
A investigação médica considera a duração do sintoma, os fatores que o agravam e a presença de outras queixas.
A rinite e a sinusite podem aumentar a produção de secreção nasal. Quando essa secreção escorre pela parte posterior do nariz em direção à garganta, ocorre o chamado gotejamento pós-nasal.
Além do pigarro, essa condição pode provocar:
O gotejamento pós-nasal pode estar relacionado a alergias, infecções respiratórias e outras alterações nasais.
Sim.
O refluxo laringofaríngeo acontece quando o conteúdo do estômago alcança regiões mais altas, como a garganta e a laringe. Ele pode causar pigarro, tosse, rouquidão, sensação de muco e irritação, mesmo sem a presença da azia típica.
Entre os possíveis sintomas estão:
A presença desses sinais não confirma o refluxo isoladamente. É necessário avaliar outras possíveis causas antes de definir o tratamento.
Pode.
O ato repetitivo de limpar a garganta provoca impacto e atrito entre as pregas vocais. Com o tempo, isso pode aumentar a irritação e criar um ciclo: a pessoa sente desconforto, pigarreia, irrita ainda mais a região e volta a sentir necessidade de pigarrear.
Quando possível, tomar pequenos goles de água e evitar forçar a garganta pode ajudar a reduzir temporariamente o hábito, mas isso não substitui a investigação da causa.
Sim. Quando existe inflamação ou irritação na laringe, o pigarro pode aparecer junto com:
Refluxo, sinusite crônica, exposição a agentes irritantes e uso excessivo da voz estão entre os fatores associados à inflamação prolongada da laringe.
É recomendável procurar um otorrinolaringologista quando o pigarro:
A avaliação é especialmente importante quando há alteração persistente da voz ou dificuldade para engolir.
A consulta começa com uma análise detalhada dos sintomas, dos hábitos e do histórico de saúde do paciente.
O médico pode perguntar sobre:
Além do exame da boca, do nariz e da garganta, pode ser indicada a nasofibrolaringoscopia, que permite visualizar as cavidades nasais, a faringe, a laringe e as pregas vocais.
Outros exames podem ser solicitados de acordo com a suspeita clínica.
O tratamento depende da causa identificada.
As possibilidades podem incluir:
Não é recomendado utilizar xaropes, pastilhas, sprays ou medicamentos para refluxo por conta própria, pois eles podem mascarar sintomas sem tratar sua verdadeira origem.
Algumas medidas podem contribuir para diminuir o desconforto:
Esses cuidados ajudam no alívio, mas não substituem o diagnóstico.
Se o pigarro não desaparecer, ocorrer diariamente ou estiver associado a rouquidão, tosse, dificuldade para engolir ou sensação de algo preso na garganta, procure avaliação especializada.
Na Campanholo Otorrino, em Santo André, realizamos a investigação das principais causas de pigarro persistente, com avaliação do nariz, da garganta, da voz e da laringe para definir o tratamento mais adequado.
Não. O refluxo é uma das possíveis causas, mas rinite, sinusite, gotejamento pós-nasal, irritações e alterações da voz também podem provocar o sintoma.
Sim. A secreção produzida no nariz pode escorrer para a garganta e gerar tosse, irritação e necessidade frequente de pigarrear.
O pigarro repetitivo pode irritar as pregas vocais e manter o desconforto. Por isso, é importante investigar o que está provocando o sintoma.
Sim. Os dois sintomas podem aparecer em quadros de irritação da laringe, refluxo, uso excessivo da voz ou inflamações respiratórias.
A Campanholo Otorrino, em Santo André, oferece avaliação especializada para identificar a causa do pigarro e verificar possíveis alterações no nariz, na garganta, na laringe e na voz.
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